sábado, 13 de julho de 2013

Hoje é dia de rock, bebê!


  "Transformador, inovador e diferente de todos os gêneros musicais. Ritmo rápido, acompanhado de bateria, guitarra e baixo."
   E assim é descrito o novo gênero musical que surgia na década de 50 entre os jovens rebeldes. Surgiu para abalar a sociedade, com críticas e temas obscuros, jamais utilizados na música; com o objetivo de desafiar a tudo e a todos, deixando marcos e marcas.

   Elvys Presley, The Beatles, The Rolling Stones, Led Zeppelin, Black Sabbath, Pink Floyd... Todos esses, pioneiros do bom rock roll. Trouxeram novos caminhos para uma talvez "anti-alienação", assim, quebrando barreiras de comportamento e tabus morais. Como por exemplo, na década de 60, em meio a guerras e ditaduras quatro jovens de Liverpool conseguem implantar o lema "paz e amor", ao que parecia serem apenas rebeldes manifestantes.

  Por tratar de temas como liberdade, sexo, drogas e política, a sociedade nunca acolheu este gênero musical; sempre sendo considerado "pesado", aos ouvidos da ignorância, claro. Com algumas bandas polêmicas que abordam o satanismo, acaba até gerando um certo preconceito; principalmente por se tratar de um assunto que temos que ter um conhecimento, pois não são letras fúteis, embora simples.

   Criou-se então, uma cultura de que o "rockeiro" é aquele de visual agressivo, de ideias que vão contra um sistema. A música é acima de tudo uma manifestação cultural, mesmo sendo considerada boa ou ruim. Lamento pela sociedade aderir "menos tempo, mais trabalho" para alegar motivos banais para músicas onde a letra é composta apenas por sílabas. Entretanto, em qualquer época e lugar, o rock será sempre o bom e velho rock and roll. 

02 de julho / 2013
Amanda Silva.

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